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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Bunda e Maconha


Calma lá, não me julguem pelo título desta postagem, pois já vou explicar o motivo. A indústria da música está realmente ruim (para ser educado). Em 1984 a DISCOS-CBS solicitou autorização ao Serviço de Censura Federal para a aprovação da música escrita por Raul Seixas chamada “Conversa prá boi dormir”. A música é cheia de metáforas e o veto (foi vetada pela censura) foi baseado resumidamente na seguinte estrofe:

Bunda com bunda na hora do sono
Do bunda mole que não tem opção
Sem ter ideia porque está na reserva
Acreditando em tudo que diz João

Não cabe aqui a interpretação, a mulher com certeza não queria nada naquela noite. Uma das diversas brincadeiras que estão presentes nas letras do maior roqueiro do Brasil.

Lá no funk carioca, onde o populacho emerge nas letras medíocres, numa vulgaridade incrível, tudo pode, veja uma estrofe de um tal funk do MC G15:

Eu preciso te ter
Meu fechamento é você, mozão
Eu não preciso mais beber
E nem fumar maconha

E assim vai. Os jovens escutam e cantam. Postam videos no you tube soletrando as letras pobres e ignorantes desta criação abominável das gravadoras brasileiras. Um verdadeiro assassinato ao nosso idioma. Entre a maconha e a bunda, fico com esta última. O hilário desta história verídica é que o funk carioca não foi censurada (esqueci, não estamos mais na ditadura militar). Sobrou pro “Rauzito”.

Na véspera dos meus 43 anos, eu retorno sempre aos meus ídolos do passado. Muito mais saudável que estas coisas...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Estão com medo!

O Jornal A comarca de Ituporanga fez referência ao meu nome em uma coluna do seu periódico quinzenal esta semana, me acusando de ter interesse particular em defender o sistema da empresa que trabalho. Pois bem, eu sou um trabalhador da iniciativa privada e é perfeitamente compreensível que qualquer colaborador nesta posição defenda sua empresa. Me orgulho de trabalhar em uma empresa séria e de ponta, reconhecidamente umas das melhores empresas do ramo no país. O meu alerta é para que a população fique de olho caso haja rompimento do contrato ou nova licitação de sistemas na Prefeitura de Ituporanga. O motivo é simples, troca de sistema envolve muito dinheiro em qualquer Prefeitura e há casos por todo o país de favorecimento de um ou outro servidor por determinada empresa em troca de vantagens econômicas (propinas). Este é o problema e que nós temos que vigiar. Vitória ou derrota são partes do jogos dos negócios. Propina é locupletação de dinheiro público. O referido jornal não tem credibilidade para falar de mim, pois conta com muita receita de vendas para Prefeituras e Câmaras e está amarrado com as propostas destas empresas públicas. Se a onda corre para um lado, logicamente ele vai para este mesmo lado, se a onda troca de lado, ele pega a sua prancha de surf e rema para o outro lado. Já Disse Bolsonaro em suas infinitas verdades. A mídia neste país é patrocinada pelo Poder Público e consequentemente não tem transparência e credibilidade. Joga o jogo dos políticos. Este blog não tem receita. Os custos são bancados por mim. Não tenho interesse em proteger os desmandos do Poder do Estado. Minha proposta é falar a verdade para o povo. Mostro meu rosto, meu endereço e meu telefone. Estou aberto a discussões conscientes. Se alguma nota publicada neste blog não tiver fonte orgânica ou oral confiável, faço minha retratação imediatamente. Nada aqui escrito é fruto de “invencionismo”.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Ituporanga!


É o lugar onde eu nasci,
É o lugar onde eu vivo,
É o lugar onde vive meu filho,
É o lugar das ruas calmas,
Rodeada de morros verdejantes,
Creio que eles nos protegem.

Aqui passa o rio Gabiroba,
Na sua barra nasceu nosso lar,
Cidade limpa e ordeira,
Povo trabalhador e empreendedor;
Quem vai, volta,
Quem passou, quer voltar,
Quem chegou, ficou!

Minha singela homenagem a terra que tanto amo.
Parabéns Ituporanga pelos seus 68 anos de Emancipação política e administrativa.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A Lei chega para todos


O descontentamento com a classe política é tão grande na população, que a inércia dos cidadãos é incompreensível diante de tanta balbúrdia. Mais incrível ainda é ver políticos que apesar de toda limpeza ética que se está fazendo no país, ainda desprezam as leis e menosprezam por completo os órgãos investigativos. Se acham intocáveis. São estes políticos os pupilos dos coronéis antigos, que mandavam no judiciário, ameaçavam a polícia e compravam decisões nos tribunais superiores. Não conseguem fazer política sem empreguismo, sem obras superficiais e promessas absurdas. Adoram controlar a mídia tentando manipular a opinião pública. Mas estes políticos estão com os dias contados e a lei vai lhes bater à porta, sem aviso prévio, vão chorar como crianças, vão adoecer pela soberba, na ignorante consciência de que nunca seriam atingidos. Serão!

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Copa Cebolão 2017 - Suspeitas obscuras carecem de esclarecimentos

Prefeito Lorinho é o gestor responsável pela nomeação do diretor da Fexponace

Parece que as suspeitas da má gestão e uso da máquina pública pela Fexponace não pairam somente na contratação dos shows da festa da cebola 2017, caso este que a Fundação Pública deve esclarecimentos sobre os valores altos em comparação com o praticado pelo mercado de entretenimento.

A Copa Cebolão deste ano também paira num mar de obscuridades e esclarecimentos com relação a sua gestão. Não há transparência na divulgação da renda e na parceria com o ecônomo do Ginásio de Esportes. Como foram feitos os contratos de patrocínio? São informações públicas e que devem chegar a conhecimento da população. Não bastasse isto, é sabido que a Fexponace tem o seu próprio diretor de esportes, um laranja na opinião de muitas pessoas do meio esportivo ituporanguense. Este diretor está fazendo o seu papel superficial e é visto na henricão nos jogos.

A categoria veteranos, por exemplo, está sendo realizada nas dependências de uma empresa privada, detentora de uma quadra de grama sintética. Parceria esta que não se sabe exatamente como a gestão está sendo feita e de que maneira está sendo explorada. Carece uma explicação detalhada dos organizadores. Será que está empresa está fazendo obra de caridade?

Pessoas envolvidas diretamente no evento sequer são servidores públicos, basta notar a presença constante destes no evento. Também estão trabalhando gratuitamente? São contratados pela Fexponace? Como é esta relação trabalhista? Como os jogadores do Moitas foram contratados? Como foi feito este contrato de trabalho? Como foi feito a contratação do patrocínio na camisa do Moitas, empresa esta de propriedade da mesmo grupo da empresa privada parceira.

A CCO e a Fexponace devem esclarecimentos à população com relação a renda, contratações com a iniciativa privada, custos do evento e relação das pessoas não servidoras contratadas. É o mínimo dos pilares da ética e das boas práticas de gestão.

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