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sábado, 2 de julho de 2011

Vida paralela

Teté
Eu já falei aqui para o amigo que acompanha a coluna dos meus cachorros. Tenho um amigo que sempre me diz que não consegue confiar em pessoas que não gostam de cachorros. Um pouco de exagero eu sei, tudo bem. Um dos meus cachorros é uma cadela vira-latas que chegou a mim abandonada na porta da minha casa. Literalmente foi isso mesmo que aconteceu. Porte médio para pequeno com manchas pretas e brancas, canela fina como todo bom “guapeca” e possuidora de algumas virtudes que já vem incrustadas no próprio DNA dos viras-latas, por exemplo, não ficam doentes, com raras exceções e desconfiados desde pequenos, tipo uma manta auto protetora que herdaram de seus antepassados sem raça definida e que lhes dá uma certa vantagem em relação a concorrência, haja vista que não é tarefa fácil enganá-los. Os SRD (sem raça definida) possuem vidas paralelas que no começo a gente finge não entender e que só vamos compreender no decorrer dos anos de convivência. É tipo como se fosse um ser humano com duas vidas simultâneas. Deixa-me explicar se não o amigo leitor vai achar que estou enfeitando demasiadamente a história. Teté, sim é esse o nome dela, sai e entra em casa como se não houvesse barreiras, trancas e portões fechados. Ela consegue descobrir furos no meu sistema carcerário canino que somente um ser humano habilidoso conseguiria achar. Fora dos portões da nossa casa ela possui uma vida libertina, eu sei, mas, o que fazer? Privá-la destas aventuras? Trancafiá-la em um espaço intransponível? Não, ela sempre volta e sempre mais amorosa, como se quisesse me falar algo do tipo: - obrigado pela minha liberdade, obrigado pela comida sempre no mesmo lugar, obrigado por você existir e garantir o minha ração de cada dia, sem que eu precise garimpar alimento por estas estradas da vida como se eu fosse uma cadela abandonada. Teté faz o que quer, come quando quer, vai passear quando quer e me dá tudo o que eu espero dela: Companheirismo e fidelidade.

Mais gente de 15 a 19 anos em Ituporanga

Segundo o IBGE a faixa etária que tem mais pessoas em Ituporanga é a faixa de 15 a 19 anos sendo 4,97% de homens e 4,84% de mulheres para esta faixa.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Ontem e hoje 2

A minha “galera” nascida em 82, 83, 84...”Ontem”, também andava de Bike, carrinho de rolimã na rua Argentina a única asfaltada do Jardim América na época, jogava “taco” no meio da rua, sentava em baixo das arvores de goiaba, tangerina, e se deliciava com os frutos, lego e comandos em ação ficavam espalhados pela sala, tinha o campo do América pra jogar, vários campinhos de terra batida, onde rolava até uns torneios organizados pela piazada mesmo, mas onde o kichute gastava mesmo era na lajota, com os chinelos servindo de traves, mas antes passávamos tardes no Henrique treinando nas categorias de base do Moitas, e nós jogávamos os campeonatos com as saudosas camisas alaranjadas, tínhamos mais medo de mostrar o boletim pro Sr Luiz do Prado que para os pais em casa, também no verão esquecíamos da vida lá no Clube 25 de Abril, era uma alegria furar o bloqueio do “Tio” e ir para a Sauna. Ouvíamos Legião, Paralamas, Engenheiros, assistíamos Smurfs, Caverna do Dragão, Ursinhos Gammes, Cavaleiros do Zodíaco e Ninja Giraya (o cara lutava pra caramba). Observatório, Kalahari, Gita, remetem boas lembranças, e tu passava a noite froxo com 20 pila... e hoje faço das minhas as mesmas palavras de meu amigo Wesley, depois disso é vida de adulto, compromissos, contas para pagar, casamento e filhos. Legal, será que a gente pode voltar a ser criança com os nossos filhos?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Ontem e hoje

Ontem a gente andava de bike ali na Governador Celso Ramos, comprávamos os discos de vinil no Clemir e pulávamos os muros do Mont`Alverne pra jogar bola escondido nos fins de semana. Originalmente, o DNA da bola era o campo do América e lá a gente ficava o dia todo, numa época que não tínhamos nenhum compromisso, somente correr atrás da redondinha. Coisa boa... Depois frenquentavamos a Kalahari nos domingos à tarde e curtíamos Ultraje à Rigor e Ira a bordo do fiat 147 azul marinho 1977. Depois disso... Bem, depois disso é vida de adulto, compromissos, contas para pagar, casamento e filhos. Legal, será que a gente pode voltar a ser criança com os nossos filhos?

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