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quinta-feira, 23 de março de 2017

Uma estratégia arriscada

 
A economia é mesmo coisa para espertos. Esta guerra dos combustíveis em Rio do Sul é tão surreal que o indivíduo chega a parar pra ver se não é pegadinha. Tudo isto aconteceu porque um grupo muito forte comprou um posto de gasolina no centro com regras de venda à vista baixando assim o preço que vem caindo desde que o grupo assumiu. Os outros postos entraram na concorrência para não perder clientes. O negócio tem afetado até os municípios vizinhos. Alguém não vai aguentar. Daqui a pouco quando meia dúzia fechar as portas os preços voltam ao moral. Se eu contar para um gaúcho que conheci em Sobradinho onde a gasolina está R$ 4,20 que em Rio do Sul está R$ 2,99 eu perco o amigo. Brincadeira de mal gosto tchê!

quarta-feira, 15 de março de 2017

Esquerda Utopia

 


Sonhos, sua vida era movida a sonhos, utopias que ainda não entendia,
Sociedade estranha, tudo pode em nome da justiça, justiça social de meliantes,
Onde o real não é a verdade cativante, ninguém precisa deste mundo entediante.
Pois o tédio é que move essa luta, Viva a esquerda eletrizante.

Entrou para o diretório,
Fumou maconha e estampou o Che Guevara,
Sua palavra preferida era  “imperialismo”,
A turma lhe catequizou para o socialismo.

Já faz dois anos que está na faculdade, papai não aceita a erva,
Mamãe diz que barba é coisa de relaxado, são conservadores de direita,
Criaturas trabalhadoras que não querem a justiça social, não querem a sociedade dos iguais,
Quanta hipocrisia pois o dinheiro continua vindo dos conservadores.

A faculdade acabou, voltou pra casa, o mundo real começou,
Não tem mais protesto e greve, nem passeata pelos ideais surreais,
Precisa trabalhar, a camisa teve que mudar, o sapato teve que colocar,
A igualdade era teoria hedonista. Maconha nem pensar, precisava raciocinar.

Encontrou um velho militante de paletó e gravata, agora office boy,
Não conseguiram conversar sobre os velhos tempos, nem deram um “tapinha”,
Seus olhares recíprocos bastaram para entenderem a sociedade dos desiguais,
A dupla hipocrisia foi ver gente feliz, sem causas e sem direitos sociais.

E ainda trabalhavam!

segunda-feira, 13 de março de 2017

Prefiro as verdades doloridas

 

“O que sempre fez do Estado um verdadeiro inferno foram justamente as tentativas de torná-lo um paraíso” (Hoelderlin)

O Brasil está difícil para pessoas que gostam de falar a verdade. Pessoas que odeiam hipocrisia. Parem para pensar como esse povo gosta de uma massagem no ego. A Prefeitura está abarrotada de gente sem necessidade trabalhando, mas quem fala disso é quase linchado. Eu mesmo já fui alvo dos empreguistas. Os shows da festa atendem ao mercado atual fonográfico do Brasil. Artistas bonitinhos com letras terríveis. Produtos da mídia só pra vender. Ou vai dizer que a Anita, o Safadão e os sertanejos contratados são obras primas da música nacional. Se bem que se contratarmos Marisa Monte ou Capital Inicial correríamos o risco de falência de público. Este (o público) é totalmente manipulado pela mídia. É uma pena. Preferem ver novelas e BBB´s do que ler um bom livro. Outro dia saiu uma matéria sobre o caso do baixo preço da cebola na RBA e o coitado do apresentador que só falou a verdade foi massacrado. As pessoas querem ouvir que basta uma greve bem feita e uma pressão dos parlamentaristas em Brasília e tudo vai mudar. Querem mentiras! Um outro falou outra verdade, leis econômicas, oferta e procura, planejamento. Mais um massacre. Teve agricultor que colocou a culpa nos cerealistas. Estes estão ganhando dinheiro. Meu Deus! É como diz o filósofo Pondré, colunista da folha “O caráter de alguém que escreve é medido pela ausência de desejo de agradar quem lê.” Os hipócritas gostariam que o que eu escrevo aqui lhes agradassem, lhe fizessem uma massagem no ego. Só que não posso. Este não sou eu.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Ó querida mamata!

 

Ó querida mamata,
Tchau secretária gostosa,
A nação abriu os seus olhos,
veio o efeito colateral,
chegou, a Polícia Federal.

Autor: Conhecido

quinta-feira, 9 de março de 2017

Se eu não tivesse ouvido não tinha acreditado

 
O vídeo do prefeito Lorinho está circulando por aí no what's app falando aos agricultores. Além da tautologia que lhe é característico, o discurso não tem coesão, sequência, isto para não falar do uso inadequado do português, pois é uma característica que todos conhecem. O que mais chama a atenção é que este filho de professora não sabe que a capital federal não tem Porto. Minha vó, que Deus a tenha, deve estar louca para sair do túmulo e lhe dar uma sova. 

terça-feira, 7 de março de 2017

Santa Hipocrisia


Chego a me arrepiar tamanha hipocrisia do prefeito Lorinho e seus "conselheiros". Faz anos que essa situação se repete. Seja com relação aos bancos que concedem créditos aos agricultores, seja nas infinitas idas a Brasília de ex-prefeitos para tentar romper ou barrar acordos bilaterais com países que exportam cebola para o Brasil como é o caso da Holanda e da Argentina. Quem esse camaradas pensam que enganam? Falem a verdade senhores, com a globalização qualquer infração a um acordo desencadeia outras tantas barreiras de outros produtos. Com relação aos bancos é outra falácia, no máximo uma extensão do prazo. Se fosse assim qualquer cidadão que deve ou qualquer outra classe estaria na porta do Banco. Todos os negócios possuem riscos. Os bancos não são entidades sem fins lucrativos. Discurso falacioso para enganar os seus eleitores.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Tem político que não sabe ler um texto e interpretar


Olha, eu li a proposta da PEC 194/2016 do Deputado Irajá Abreu e gostei. Qualquer cargo eletivo necessitaria curso superior em qualquer área. Um dos argumentos do deputado diz o seguinte:

estabelecer um patamar superior para aqueles que tenham a intenção de concorrer a cargos eletivos, que devem ter, na busca de soluções dos problemas nacionais de forma duradoura, uma visão mais profunda da realidade brasileira, o que a disponibilidade de conhecimentos integrados por uma visão acadêmica pode propiciar com maior efetividade.”

Em outro parágrafo da justificativa, o deputado complementa:

Hoje, verificamos que muitos membros do Poder Legislativo possuem, inclusive, dificuldade de leitura, o que impede que os membros atuem de modo efetivo nas suas funções constitucionais, na medida em que o exercício de tais funções torna - se cada vez mais complexo e dependente de conhecimentos específicos.”

Concordo plenamente, tem muito prefeito e vereador que não sabe ler um texto e interpretar. Não se trata de discriminação, trata-se de competência. O eleitor é o retrato do político eleito. Uma verdade tão clara quanto a praia de Varadero.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

O Coronel vingativo


O Coronelismo mostra a sua face com o prefeito Lorinho. Não contente com quem não votou em sua candidatura, aumentam escandalosamente os casos de perseguição política. O alvo principal continua sendo a saúde, através do secretário "robô" Carlos Farias, este sim um incompetente e fiel escudeiro do coronel. Se não cumprir as ordens, logicamente voltará a câmara de vereadores, casa onde já mostrou pouquíssimos trabalhos relevantes à população. Um "empreguista" da marca maior, rejeitado pelo PSB porquê queria impor favores aos seus. O troca-troca de enfermeiros e colaboradores da saúde nos postos de saúde é incrível. Mesmo com a população clamando por servidores competentes para que ficassem em seus cargos, o coronel só contempla quem votou nele na última eleição. Farias é apenas um soldado do coronel, um "capitão do mato" que não tem voz nem vez, um capacho. Os casos mais absurdos estão acontecendo nas unidades de saúde do Santo Antonio, Gabiroba e Nossa Senhora de Fátima. Lorinho que mal sabe ler um texto culto, é perito em vingança. Não é amigo de quem não lhe correspondeu com o voto, completamente o oposto do ex-prefeito Arno que não usou deste subterfúgio maldoso para fazer vinganças políticas. Se em pequenas coisas ele mostra sua face, imagine o que ainda virá.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Enquanto o cidadão é multado, Safadão vai levar a nossa grana

Semáforo estava com problemas e emitiu várias multas

A advogada Lia Miguel tem razão em reclamar da Administração Municipal em não estar preocupada em resolver os problemas graves das multas emitidas pelos semáforos de Ituporanga em um determinado período, nitidamente com problemas no equipamento. Enquanto o povo fica sendo notificado, o prefeito atual está preocupado com maquiagem. Ituporanga parece a capital do estado, linda por fora e feia por dentro, com sérios problemas que ninguém quer resolver. Os problemas vão desde o piadista a frente do DEMUTRAN até o prefeito gastador, fã do Wesley Safadão. Este sim vai levar uma grana preta do Erário Público Municipal. É mais fácil multar o cidadão!

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Bunda e Maconha


Calma lá, não me julguem pelo título desta postagem, pois já vou explicar o motivo. A indústria da música está realmente ruim (para ser educado). Em 1984 a DISCOS-CBS solicitou autorização ao Serviço de Censura Federal para a aprovação da música escrita por Raul Seixas chamada “Conversa prá boi dormir”. A música é cheia de metáforas e o veto (foi vetada pela censura) foi baseado resumidamente na seguinte estrofe:

Bunda com bunda na hora do sono
Do bunda mole que não tem opção
Sem ter ideia porque está na reserva
Acreditando em tudo que diz João

Não cabe aqui a interpretação, a mulher com certeza não queria nada naquela noite. Uma das diversas brincadeiras que estão presentes nas letras do maior roqueiro do Brasil.

Lá no funk carioca, onde o populacho emerge nas letras medíocres, numa vulgaridade incrível, tudo pode, veja uma estrofe de um tal funk do MC G15:

Eu preciso te ter
Meu fechamento é você, mozão
Eu não preciso mais beber
E nem fumar maconha

E assim vai. Os jovens escutam e cantam. Postam videos no you tube soletrando as letras pobres e ignorantes desta criação abominável das gravadoras brasileiras. Um verdadeiro assassinato ao nosso idioma. Entre a maconha e a bunda, fico com esta última. O hilário desta história verídica é que o funk carioca não foi censurada (esqueci, não estamos mais na ditadura militar). Sobrou pro “Rauzito”.

Na véspera dos meus 43 anos, eu retorno sempre aos meus ídolos do passado. Muito mais saudável que estas coisas...

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